Curitiba perde R$ 4 milhões sem reparcelar dívida com IPMC

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A prefeitura de Curitiba perde R$ 4 milhões a cada nova cobrança da dívida do (Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Curitiba) sem a extensão do parcelamento.

Hoje, a lei municipal permite, no máximo, o alongamento das dívidas previdenciárias em 60 vezes. Uma proposta em análise na Câmara de Vereadores quer ampliar este prazo para 200 meses. 

Em 2018, a prefeitura vai inserir, pela primeira vez, no orçamento da cidade, os gastos com previdência municipal. Serão injetados R$ 313 milhões para compor os recursos do fundo.
Entre 2015 e 2016, o município acumulou cerca de R$ 500 milhões que não foram repassados ao instituto de previdência dos servidores. 
Também na gestão passada foram parcelados R$ 230 milhões e mais R$ 92 milhões referentes à contribuição patronal de dezembro. O recurso, entretanto, não foi pago.
A atual gestão parcelou parte da dívida no início do ano e pretende reparcelar outros R$ 145 milhões, a partir da nova modalidade de pagamento, caso seja aprovada pela Câmara de Vereadores. Desse modo, todos os valores serão comportados pelo reparcelamento em trâmite no Legislativo.