Paraná investe R$ 1 bilhão em assistência social, afirma Fernanda Richa

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A secretária da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa, destacou os avanços e investimentos na assistência social no Paraná nos últimos seis anos; “Desde 2011, aplicamos mais de R$ 1 bilhão em programas e serviços para promover a qualidade de vida das famílias que vivem em extrema pobreza. Os resultados comprovam que estamos no caminho certo”, disse Fernanda na abertura da XII Conferência Estadual de Assistência Social em Curitiba.
Como resultado das ações, Fernanda Richa apontou o levantamento do Instituto Econômico de Pesquisas Sociais Aplicadas (Ipea) que indicou a redução em 57% o índice da miséria do Paraná, ressaltou que o Estado, em conjunto com a sociedade civil, desenvolve gestão participativa e democrática, e que as conferências são instrumentos importantes para o aperfeiçoamento das políticas públicas.
Outro avanço do Paraná destacado pela secretária Fernanda Richa é a aprovação do Plano Decenal de Assistência Social, em novembro do ano passado. O Paraná foi o primeiro estado a ter o documento, que planeja a política de assistência social para os próximos dez anos.

Redução – O programa Família Paranaense, segundo Fernanda Richa, é a principal estratégia do Paraná para a redução da pobreza e das desigualdades sociais. Lançado em 2012, já atendeu mais de 291 mil famílias com transferência de renda e ações em áreas prioritárias como saúde, educação, habitação e geração de renda.

A conferência, no Expo Unimed Curitiba, reúne 600 participantes entre gestores, beneficiários, trabalhadores e conselheiros, além de representantes da sociedade civil. “É um encontro para troca de informações. Temos mesas de discussão onde os participantes poderão sugerir projetos e mudanças que visam a melhoria na qualidade de vida das pessoas que mais precisam”, afirmou.

O encontro segue até esta sexta-feira, 6, com palestras, oficinas e debates sobre o tema Garantia de Direitos no Fortalecimento do Sistema Único de Assistência Social (Suas). Nos eixos de discussão estão proteção social, gestão democrática, acesso à segurança socioassistencial, articulação entre serviços e legislação.

foto: Rogério Guimarães/ANPr