Bolsonaro indica Silva e Luna para a presidência da Petrobras

Paraná Divulga Brasil

Em rede social, o presidente Jair Bolsonaro divulgou nesta sexta-feira, dia 19, a indicação do nome do general Joaquim Silva e Luna, atual diretor-geral da Itaipu Binacional, como novo presidente da Petrobras. Silva e Luna vai substituir Roberto Castello Branco no comando e também no conselho de administração da estatal. O Ministério de Minas e Energia divulgou uma nota à imprensa confirmando a nomeação.

Na próxima quinta-feira, 25, Bolsonaro estará em Foz do Iguaçu para participar do lançamento da revitalização do sistema de transmissão de corrente contínua da subestação de Furnas, que leva energia de Itaipu para o Centro-Oeste e Sudeste do País. O investimento é de R$ 1 bilhão.

Neste domingo, 21, Silva e Luna completa dois anos no comando da binacional. Neste período, a atual gestão garantiu à usina o status de protagonista em parcerias que viabilizam obras essenciais, reivindicadas há décadas pela população. Seu trabalho ficou conhecido em todo o setor elétrico. O próprio presidente fez inúmeros elogios ao diretor de Itaipu em suas lives tradicionais, pronunciamentos e reuniões ministeriais.

Neste curto período, Itaipu cumpriu com as reivindicações históricas da região como a construção de uma nova ponte entre o Brasil e o Paraguai, que vai mudar a logística da fronteira; a transformação do Aeroporto de Foz do Iguaçu, que terá condições de ser um hub do Mercosul; e a futura duplicação da rodovia mais importante para o turismo do município, a BR-469, que dá acesso às Cataratas do Iguaçu

A transformação do Oeste paranaense começou com a reestruturação da própria administração de Itaipu, que se pautou numa política de austeridade e transparência. O redirecionamento de recursos, antes aplicados sem aderência à própria missão da usina, possibilitou investimentos de R$ 2,5 bilhões em iniciativas que vão mudar o perfil socioeconômico do Oeste paranaense e de outras regiões, com resultados imediatos na geração de empregos, num momento em que a economia ainda está sob os efeitos provocados pela pandemia da covid-19.