Em Foz, debate sobre previdência pode desestabilizar relações de poderes

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A sinergia até o momento observada entre Prefeitura e Câmara de Foz pode desestabilizar com o debate mais profundo sobre a Previdência Municipal, constituída pela contribuição financeira mensal de quase seis mil servidores municipais.   
Da parte do legislativo, os vereadores Elizeu Liberato (PR) e Adriana Luiz (PSD) pediram nesta terça-feira, 20, ao Poder Executivo, a abertura de uma comissão especial para estudar detalhes sobre o atual déficit atuarial do Fundo Financeiro do Fozprev. O requerimento foi aprovado em audiência pelos vereadores e encaminhado ao Executivo para tomada de providências.
A ideia é compor a comissão para avaliar o caso por servidores ativos, aposentados e representantes de sindicatos, como Sismufi e Sinprefi. “Estamos preocupados porque a previsão é de que em 2020 não haverá saldo para a previdência”, disse o vereador Elizeu Liberato.

Segundo ele, atrasar a análise deve agravar ainda mais a situação. “Se atrasarmos este estudo teremos uma situação muito complexa, pois vão aumentando gradativamente os aportes mensais e sabemos que o município não terá condições de honrar com isso posteriormente”, disse Liberato.

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