Prefeitura recebe representantes de eventos, bares e restaurantes, e artistas para esclarecer novo decreto

Paraná Divulga Foz do Iguaçu, Oeste

Os secretários municipais de Governança e Transparência, José Elias Castro Gomes, e de Turismo e Projetos Estratégicos, Paulo Angeli, receberam representantes dos setores de eventos, bares e restaurantes e artistas de Foz do Iguaçu, na manhã desta segunda-feira, 22, para falar sobre as novas medidas de enfrentamento à Covid-19 no município.

Na sexta-feira, foi publicado o decreto nº 28.980, que estabeleceu, a partir de domingo, o toque de recolher das 23h às 5h e a suspensão de algumas atividades, como esportes coletivos e reuniões ou festas com mais de 10 pessoas, em virtude do grande número de casos da doença e da alta ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), não somente nos hospitais de Foz como em toda a macrorregião Oeste do Paraná.

“Todos somos muito cientes e reconhecemos a importância desses estabelecimentos, não só por promoverem diversão e bem-estar a iguaçuenses e turistas, mas também por empregarem muitos profissionais e movimentarem nossa economia. Porém, não temos como negligenciar o momento crítico que estamos vivendo”, afirmou o secretário de Governança e Transparência.

O encontro da administração municipal com os representantes dos setores teve como objetivo criar um canal de diálogo, que agora passará a ser freqüente. Já está agendada uma nova reunião para a próxima quinta-feira, 25. “Estamos certos de que, tanto eles como a população de Foz do Iguaçu, levarão em conta, principalmente, a preservação da saúde pública e o enfrentamento eficaz desse mal que aflige a todos. A diversão não pode parar – está passando apenas por um intervalo para que, logo mais, possamos brindar o fim do isolamento social”, ressaltou Gomes.

Toque de recolher

O toque de recolher já estava em vigor no Estado, até o dia 28 de fevereiro. Pelo decreto municipal, em Foz do Iguaçu o horário de início foi reduzido em uma hora, para as 23h. A medida também foi adotada em outros quatro Estados, em virtude da situação da pandemia no País – no Mato Grosso do Sul, no Ceará, no Amazonas e na Bahia.